Descrição

Com quantos questionamentos se faz um poema?

Nesta coletânea, Hugo Porto, mais amadurecido em todos os sentidos desde a sua primeira obra, defende que todos os questionamentos são necessários para que possamos compreender de quantos muitos somos feitos. Ele é vário. Você é vário. Somos todos assim, porque humanos é o que somos. Vários.

Não se pode perder de vista o mote de seus poemas. É mais que uma escolha estética: é uma forma que ele encontra de conduzir o leitor a saídas – possíveis – sobre si mesmo, e o questionar posições fixas e dicotômicas, além de ser constante, transforma os fios de novelo da escrita em uma grande vereda-vida – fundamental para a nossa visão sobre o mundo, sobre nós mesmos, sobre as construções sociais e o processo identitário, que é, por definição, subjetivo.

Dito isso, é preciso também lembrar que o pensamento humano – sobretudo o pensamento filosófico e, consequentemente, as reflexões críticas, constituem-se, alimentam-se e são viabilizadas sempre por uma pergunta.

O livro de Porto é inacabado, já que ele entrega ao leitor a missão de preencher os espaços vazios. Leitura orientada por alguém que viveu – e vive – em paz com seus próprios questionamentos. E com quantos deles faremos os nossos próprios poemas-vida? Com todos, amor. O amor, sim, que tem tudo a ver com isso.

Informação adicional

Peso 0.120 kg
Dimensões 17 × 15 × 2 cm
Cor

Azul, Rosa, Roxo

Gravadora

Hugo Porto

Artista
Mídia
Lançamento
Versão
Álbum

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